24.9.23
Serralves recebe Outono em festa
3.10.22
Ponte de Lima volta a promover Festival de Jardins
26.4.21
Com Lisboa a nossos pés
O Castelo de São Jorge é um dos ex-libris turísticos de Lisboa. A sua localização permite ter uma vista panorâmica esplêndida sobre a capital, atraindo multidões, que em circunstâncias normais formam filas quilométricas à entrada deste monumento nacional. Em tempos de pandemia, a procura é menor e até ao fim do mês a entrada é gratuita, no âmbito de uma iniciativa da EGEAC para incentivar o regresso em segurança a alguns dos mais emblemáticos espaços culturais lisboetas.
Esta é uma boa oportunidade para visitar um espaço que é mais do que um soberbo miradouro. Embora a beleza da paisagem seja impressionante, este é um conjunto que permite uma viagem na história, que promete envolver toda a família nesta experiência lúdico-pedagógica e proporcionar momentos de exercício físico (não nos esforçámos muito e o contador digital indicou que subimos o equivalente a 33 andares).
O espaço inclui o castelejo, fortificação da época islâmica, construída em meados do século XI; o Núcleo Arqueológico, onde é possível ver, entre outros, vestígios das primeiras ocupações conhecidas, que remontam ao século VII a.C.; e o Núcleo Museológico, composto por objetos encontrados na área arqueológica.
A câmara escura, «sistema ótico de lentes e espelhos, que permite observar minuciosamente a cidade em tempo real», está encerrada devido às medidas de segurança por causa da Covid-19, o que torna a visita temporariamente incompleta.
No recinto há pavões, que deliciam adultos e crianças, sempre na expectativa de que abram o leque das suas belíssimas penas.
Visite connosco o Castelo de São Jorge percorrendo as fotos que estão aqui.
3.9.20
Viagem ao tempo dos dinossauros
O Dino Parque da Lourinhã é uma boa ideia para quem procura atividades em família. Veja esta experiência contada pelo nosso colaborador júnior, de 12 anos.
O Dino Parque, localizado na Lourinhã, é um parque com modelos à escala real de muitos dinossauros que existiram na Terra ao longo dos tempos. O Dino Parque está dividido em museu, parque com os dinossauros e uma mini-zona com atividades relacionadas com dinossauros, como por exemplo a escavação de fósseis.
O museu é a primeira das três diferentes áreas do parque, que se visita quando se entra nesta experiência de viagem no tempo. O museu tem vários fósseis cedidos pelo Museu da Lourinhã, tais como dentes, garras, crânios, ovos, coprólitos (cocó de dinossauro fossilizado) e pegadas, bem como explicações sobre os vários dinossauros.
Esta área foi enriquecida com a exposição temporária “Big Five”, que apresenta os cinco maiores dinossauros predadores da Europa, descobertos em Portugal, Alemanha e Inglaterra.
Prosseguindo a visita, deixamos a parte interior e aventuramo-nos pelo exterior. O parque dos dinossauros está dividido em quatro áreas: triássico, jurássico, cretáceo e uma zona com os maiores monstros marinhos pré-históricos, como por exemplo o Megalodon (o maior tubarão que existiu na história da Terra, que podia chegar aos 20 metros de comprimento).
O Parque teve um acrescento em 2020, que foi a construção de uma torre de observação colocada num determinado ponto estratégico para se poder ver alguns dos mais emblemáticos modelos de dinossauros.
O Parque tem cerca de 180 “bonecos” de dinossauros diferentes e entre eles estão obviamente o Tiranossauros Rex, o Alossauro, o Triceratops e o Velociraptor. Para além destes tão conhecidos, há também os diferentes dinossauros que foram descobertos na Lourinhã, capital dos dinossauros em Portugal, como por exemplo o Dinheirosaurus (dinossauro chamado assim por ter sido encontrado na Praia do Dinheiro).
O primeiro dinossauro que se vê quando se entra neste mundo pré-histórico é um pterossauro (dinossauro que voa) gigante, com cerca de 7 metros de altura.
Percorrido o parque, chega-se à área de atividades infantis, onde existem várias coisas para fazer, como por exemplo pintar dinossauros, escavar fósseis ou fazer desenhos.
Os visitantes têm a opção de levar a sua própria comida e comer numa das várias mesas de piquenique espalhadas pelo parque ou usar o restaurante de fast-food que se encontra junto à área de atividades infantis.
Esta visita demora em média 3 horas, embora a duração dependa do ritmo de cada um e das brincadeiras que surgirem pelo caminho.
Para quem gosta de caminhadas e de dinossauros, esta é uma atividade divertida e cheia de aventuras.
Na minha opinião, é muito interessante a ideia de um parque com dinossauros, mas alguns dos modelos de dinossauros são muito estranhos porque se percebe que são de plástico, parecendo pouco reais.
Aviso: Devido à Covid-19, quando visitámos o parque, em Junho, não era permitido o acesso às áreas infantis existentes em vários pontos do parque. Esta restrição não se aplicava, no entanto, à área infantil com atividades pedagógicas que existe ao pé do restaurante.
Veja mais fotos na página do Sempre Prontos para Passear no Facebook.
16.6.20
O prazer de (re)ver o mar
22.5.20
Lagoas de Bertiandos são área importante para a conservação da biodiversidade
29.4.20
Regalar os olhos na Serra de Sintra
26.4.20
A beleza de um jardim barroco
No primeiro Dia Europeu dos Jardins Históricos, que hoje se assinala, promovido pela European Route of Historic Gardens, recordamos o Jardim do Palácio dos Biscainhos, em Braga, considerado «um dos mais significativos exemplares da época Barroca do Norte de Portugal». Um espaço no coração da cidade que merece, sem dúvida, uma visita quando tudo voltar à normalidade. Veja mais fotos na página do Sempre Prontos para Passear no Facebook.
14.4.20
Passear por Montalegre
Seguimos depois para Salto, para irmos até ao pólo do Ecomuseu de Barroso instalado na Casa do Capitão (representante da autoridade e do poder), que propõe uma viagem etnográfica a uma casa típica barrosã, através de mais de mil peças, desde alfaias agrícolas e mobiliário até trajes tradicionais.





















































